Mostrando postagens com marcador religião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador religião. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de julho de 2010

Os Santos mais roubados nas Igrejas

Por Ulisses Campbell
































1.São José (18 imagens desaparecidas)
é um dos santos mais populares da Igreja católica. Sessenta municípios brasileiros carregam seu nome.
Por isso também é frequente nos altares. Casado com a Virgem Maria, é padroeiro dos carpinterios, usa barba e está sempre com feição dócil de bom pai.































2.Sra do Rosário (17 imagens desaparecidas)
Tornou-se popular depis que frades dominicanos instituiram a oração do rosário,na Idade Média. Para cultuá-la, o devoto reza 150 ave-marias.
É a padroeira dos negros. Durante a escravidão, foram eles que construíram a primeira igreja em sua homenagem.



































3.São Pedro ( 12 imagens desaparecidas)
É um dos santos mas importantes do catolicismo: foi um dos 12 apóstolos e ajudou a fundar a Igreja. Por isso também é um dos mais frequentes nos altares. É padroeiro dos próprios padres ( fale essa frase rápido) Morreu martirizado e pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.
































4. São Benedito (10 imagens desaparecidas)

Santo negro era filho de escravos, na Itália. Roubava comida dos conventos para alimentar os famintos. reza a lenda que, quando era flagrado escondendo alimentos sob a roupa, a comida se transformava em flores. Por isso suas imagens sem tem flores nas mãos.







































5. Sra dos remédios (9 imagens desaparecidas)
Ajudou a fundar hospitais na África e no Oriente Médio.
é uma espécie de multiuso das santas, é procurada por pessoas desenganadas pela medicina, por naúfragos, por marinheiros em alto mar, e por pessoas com dificuldades financeiras.
































6.Sra da Conceição (8 imagens desaparecidas)
É a concepção da Virgem Maria sem o pecado original. Pelo menos 118 municípios decretaram feriado no dia 8 de dezembro em homenagem a ela. Em1717, uma imagem de Conceição aparece o ro Paraíba e virou padroeira nacional, Sra de Aparecida.































7.Menino Jesus (7 imagens desaparecidas)
É a imagem de Jesus cristo ainda criança. acompanhado da mãe. Em quanse todas as santas, o filho de desu é esculpido separadamente e encaixado na peça principal. Os ladrões de igreja optam por roubar somente uma pequena imagem quando não conseguem levar a mãe junto.




"E destruirei do meio de ti as tuas imagens de escultura e as tuas estátuas; e tu não te inclinarás mais diante da obra das tuas mãos".
Miquéias 5:13



"Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura".
Isaías 42:8




"Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dele todos os deuses".
Salmos 97:7
Fonte: Superinteressante

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Astecas - história do povo asteca

A história dos astecas, cultura asteca, as pirâmides, História do México, povos pré-colombianos,
religião asteca, economia e arquitetura.






















Os astecas (1325 até 1521; a forma azteca também é usada) foram uma civilização mesoamericana, pré-colombiana, que floresceu principalmente entre os séculos XIV e XVI, no território correspondente ao atual México.

Na sucessão de povos mesoamericanos que deram origem a essa civilização destacam-se os toltecas, por suas conquistas civilizatórias, florescendo entre o século X e o século XII seguidos pelos chichimecas imediatamente anteriores e praticamente fundadores do Império Asteca com a queda do Império Tolteca.

O idioma asteca era o nahuatl.

Os astecas foram derrotados e sua civilização destruída pelos conquistadores espanhóis, comandados por Fernando Cortez.


Descobriu-se depois que são originários do norte, e invadiram uma cidade já existente no local, teotihuacán, dominaram seus construtores e se tornaram os donos do lago. Eram guerreiros sanguinários, e seus rituais religiosos incluíam vítimas humanas.

Construíram, numa ilha do lago Texcoco, uma cidade que ficou sendo a capital asteca: Tenochtitlán. Tinha grandes templos, pirâmides cheias de escadas, ruas pavimentadas e grandes arcos de pedra. Para as plantações de mandioca, cacau, algodão, fumo e outras, usavam um sistema de irrigação bastante adiantado, com aquedutos e canais por onde transitavam barcos. Como todos os outros povos pré-colombianos, os astecas não conheciam a roda.

Tinham uma escrita bastante complicada, um calendário baseado no ano solar de 365 dias, e conhecimentos de astronomia que assombraram os cientistas modernos.

O povo era organizado em classes sociais, com nobres, soldados, comerciantes e trabalhadores, e praticavam o comércio com outros povos. Havia escolas militares, religiosas e profissionais para as diversas classes sociais.

Fernão Cortez dominou os astecas em 1519, fazendo-se passar pelo deus branco que era esperado pelo povo. Os últimos reis astecas foram: Itzcoatl e Montesuma. A capital asteca foi destruída, e em seu lugar surgiu a cidade do México, onde se vêem ainda sinais da grande civilização que a precedeu.
...

Formação do Império, arquitetura, religião, imperador Montezuma,
agricultura, economia, artesanato, cultura e arte.

Introdução

Povo dedicado à guerra, os astecas habitaram a região do atual México entre os séculos XIV e XVI. Fundaram no século XIV a importante cidade de Tenochtitlán (atual Cidade do México), numa área de pântanos, próxima do lago Texcoco.

Sociedade asteca

A sociedade era hierarquizada (dividida em camadas bem definidas) e comandada por um imperador, chefe do exército. A nobreza era também formada por sacerdotes e chefes militares. Os camponeses, artesãos e trabalhadores urbanos compunham grande parte da população. Esta camada mais baixa da sociedade era obrigada a exercer um trabalho compulsório para o imperador, quando este os convocava para trabalhos em obras públicas (canais de irrigação, estradas, templos, pirâmides).

Imperadores

*Acamapichitli (1376–1395)
*Huitzilíhuitl (1395–1417)
*Chimalpopoca (1417–1427)
*Itzcóatl (1427-1440)
*Montezuma I (1440-1469)
*Axayacatl (1469-1481)
*Tízoc (1481-1486)
*Ahuizotl (1486-1502)
*Montezuma II (1502-1520)
*Cuitláhuac (1520)
*Cuauhtémoc (1520-1521)

Montezuma

Durante o governo do imperador Montezuma II (início do século XVI), o império asteca chegou a ser formado por aproximadamente 500 cidades, que pagavam altos impostos para o imperador. O império começou a ser destruído em 1519 com as invasões espanholas. Os espanhóis dominaram os astecas e tomaram grande parte dos objetos de ouro desta civilização. Não satisfeitos, ainda escravizaram os astecas, forçando-os a trabalharem nas minas de ouro e prata da região.

Agricultura

Os astecas desenvolveram muito as técnicas agrícolas, construindo obras de drenagem e as chinampas (ilhas de cultivo), onde plantavam e colhiam milho, pimenta, tomate, cacau etc. As sementes de cacau, por exemplo, eram usadas como moedas por este povo.

Artes, religião e arte asteca

O artesanato a era riquíssimo, destacando-se a confecção de tecidos, objetos de ouro e prata e artigos com pinturas. A religião era politeísta, pois cultuavam diversos deuses da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva) e uma deusa representada por uma Serpente Emplumada. A escrita era representada por desenhos e símbolos. O calendário maia foi utilizado com modificações pelos astecas. Desenvolveram diversos conceitos matemáticos e de astronomia.

Na arquitetura, construíram enormes pirâmides utilizadas para cultos religiosos e sacrifícios humanos. Estes, eram realizados em datas específicas em homenagem aos deuses. Acreditavam, que com os sacrifícios, poderiam deixar os deuses mais calmos e felizes.

A religião
Eram politeístas (acreditavam em vários deuses) e acreditavam que se o sangue humano não fosse oferecido ao Sol, a engrenagem do mundo deixaria de funcionar.

Os sacrifícios eram dedicados a :

Huitzilopochtli ou Tezcatlipoca: o sacrificado era colocado em uma pedra por quatro sacerdotes, e um quinto sacerdote extraía, com uma faca, o coração do guerreiro vivo para alimentar seu deus;
Tlaloc: anualmente eram sacrificadas crianças no cume da montanha. Acreditava-se que quanto mais as crianças chorassem, mais chuva o deus proveria.
No seu panteão havia centenas de deuses. Os principais eram vinculados ao ciclo solar e à atividade agrícola. Observações astronômicas e estudo dos calendários faziam parte do conhecimento dos sacerdotes.

O Deus mais venerado era Quetzalcóatl, a serpente emplumada. Os sacerdotes formavam um poderoso grupo social, encarregado de orientar a educação dos nobres, fazer previsões e dirigir as cerimônias rituais. A religiosidade asteca incluía a prática de sacrifícios. Segundo o divulgado pelos conquistadores o derramamento de sangue e a oferenda do coração de animais e de seres humanos eram ritos imprescindíveis para satisfazer os deuses, contudo se considerarmos a relação da religião com a medicina encontraremos um sem número de ritos.

Há referências a um deus sem face, invisível e impalpável, desprovido de história mítica para quem o rei de Texoco, Nezaucoyoatl, mandou fazer um templo sem ídolos, apenas uma torre. Esse rei o definia como "aquele, graças a quem nós vivemos".




Fontes:http://www.suapesquisa.com/pesquisa/astecas.htm, Wikipédia,