segunda-feira, 27 de abril de 2015

O Homem Duplicado - livro

Resenha do livro: O Homem Duplicado - José Saramago


Algumas semanas atrás vi o filme "Enemy" do diretor  canadense Denis Villeneuve, diretor conhecido e aclamado por seus filmes autorais, uma adaptação do livro acima.
Pseudo cinéfila que sou, pesquisei sobre, e como já tinha visto outros filmes do mesmo diretor me interessei, e logo baixei o filme e assisti. Apesar de ter sido muito criticado, filmes adaptados de obras literárias, tem liberdade poética, ou seja não precisa ser fiel à obra, o que causa muita indignação ao leitor que é fã. Existem adaptações maravilhosas e outras nem tanto, mas esse filme é apenas sensacional.


Curiosamente vi o filme e depois li o livro, particularmente, não tenho problemas com isso, mas se leitor preferir faça ao contrário.
O autor tem livros ótimas, sua escrita é peculiar, provavelmente você já ouviu falar na pontuação de Saramago, veja bem, se algum caga-regra disse que o autor não tem pontuação, é mais um que não leu e reproduziu falácias. Nas palavras do próprio autor:

"Quero com isto significar que é como o narrador oral que me vejo quando escrevo e que as palavras são por mim escritas tanto para serem lidas como para serem ouvidas. Ora, o narrador oral não usa pontuação, fala como se estivesse a compor música e usa os mesmos elementos que o músico: sons e pausas, altos e baixos, uns breves ou longas, outras."

Pois bem, comecei ler o livro numa tarde qualquer e não parei nos dias que se seguiram. A narrativa é frenética, e li absurdamente rápido.
O livro narra a história do personagem Tertuliano Máximo Afonso, pasmem, esse nome depois de lido algumas vezes não sai mais da cabeça! Apesar de incomum, o nome do personagem é perfeito, Tertuliano é professor e História, assim como eu,  e sua vida não tem nada de interessante, a rotina do trabalho, o recente divórcio, acabou tornando o personagem apático e anti social, não é feliz no trabalho, sua casa reflete sua solidão e tem pavor de relacionamentos afetivos duradouros.
A vida de ninguém é perfeita, a de Tertuliano não é diferente, até que um belo dia no trabalho, um colego sugere um filme a Tertuliano Máximo Afonso, o mesmo fica intrigado e decide passar numa locadora e alugar o filme. O filme mediano de baixo orçamento, não tinha nada de extraordinário, a não ser pelo simples fato de que um dos atores do filme ser muitíssimo semelhante à Tertuliano Máximo Afonso. Tamanha semelhança causa certo constrangimento ao personagem e provocam algumas dúvidas.
Importante salientar que, o duplicado de Tertuliano Máximo Afonso não é:

  • Irmão gêmeo;
  • Clone
  • Cópia
Portanto, o livro não é sobre ficção científica, se fosse adoraria já que sou fã ,mas sobre um homem e seu duplicado, o livro não vai além, não entenda mal, isso não é de fato ruim, tamanho é o embate psicológico, da dualidade, vejamos o Zoroastrismo, o princípio do bem e mal, os Egípcios, Gregos e o panteão de deuses antropomórficos. a dualidade eminente do ser que move a serve filosófica.
" O que sucede é que tudo me cansa e aborrece, esta maldita rotina, esta repetição, este marcar passo, Distraia-se, homem, distrair-se sempre foi o melhor remédio, Dê-me licença que lhe diga que distrair-se é o remédio de quem não precisa dele."











#Saramago #literatura

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Henrique VIII

Henrique VIII foi o Rei da Inglaterra de 21 de abril de 1509 até sua morte. Ele também foi Lorde e depois Rei da Irlanda. Henrique foi o segundo monarca inglês da Casa de Tudor, sucedendo seu pai Henrique VII.



Conhecido como um rei de temperamento difícil, Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica se auto denominando autoridade máxima da Igreja Anglicana. Também teve casamentos feitos e desfeitos, devido ao seu temperamento libidinoso. Além de seus seis casamentos, Henrique VIII é conhecido por seu papel na separação da Igreja Anglicana da Igreja Católica. Suas lutas contra Roma levaram a renúncia da Inglaterra a autoridade papal, a Dissolução dos Mosteiros e seu próprio estabelecimento como Chefe Supremo da Igreja de Inglaterra. Ainda assim ele continuou a acreditar nos principais ensinamentos católicos, mesmo após sua excomunhão. Henrique supervisionou a união legal da Inglaterra e Gales com os Atos das Leis em Gales de 1535 e 1542.

Segue abaixo as rainhas da Inglaterra:




Henrique VIII (1491-1547) foi um rei inglês. Fundou a Igreja Anglicana. Foi o segundo rei da dinastia dos Tudor. Era o segundo filho de Henrique VII, tornou-se herdeiro e sucessor com a morte de Arthur, seu irmão mais velho. Tomou posse da Coroa inglesa em 1509. Nesse mesmo ano, casou com Catarina de Aragão, viúva de seu irmão Arthur e filha do rei espanhol Fernando de Aragão. Dos cinco filhos, apenas a Princesa Maria sobreviveu. Henrique VIII sentindo que a dinastia estava ameaçada, sem um filho homem, solicitou seu divórcio ao Papa Clemente VII. Seu pedido foi negado, pois a Igreja Católica proibia a separação. Com a ajuda do Arcebispo da Cantuária, seu divórcio foi efetivado. O rei se proclamou Chefe Supremo da Igreja na Inglaterra e fundou a Igreja Anglicana.


Henrique VIII (1491-1547) nasceu em Greenwich, nos arredores de Londres. Filho de Henrique VII, tomou posse em 1509, numa época de grandes conflitos entre Inglaterra e França. No mesmo ano casou-se com Catarina de Aragão, filha de Fernando de Aragão, rei da Espanha.


Henrique VIII sentindo que sua dinastia estava ameaçada, sem um filho homem para lhe suceder, e desejando romper o casamento com Catarina de Aragão, fez o pedido de divórcio ao Papa, mesmo sabendo que a Igreja Católica não permitia. O Papa Clemente VII recusou seu pedido. Com a ajuda de Thomas Cromwell, Arcebispo da Cantuária, o mais alto cargo eclesiástico da Inglaterra, o divórcio foi realizado. O Parlamento Inglês declarou que o direito divino dos reis substituía a autoridade da Igreja.


Henrique conseguiu o divórcio. Excomungado pelo Papa, se proclamou Chefe Supremo da Igreja na Inglaterra e fundou a Igreja Anglicana. Junto com seu novo ministro-chefe, Thomas Cromwell, dissolveu os mosteiros, aumentando o total de terras da Coroa. Estava consolidado definitivamente o absolutismo da monarquia ao separar-se da Igreja Católica.


O divórcio de Henrique VIII e Catarina de Aragão marcou o início da Reforma Inglesa. Em 1533 casa-se com Ana Bolena, dama de honra de Catarina, com quem teve apenas uma filha, Elizabeth I. O casamento durou apenas três anos. Sob a acusação de adultério, em 1536, Ana Bolena foi executada. Nesse mesmo ano Gales foi incorporado à Coroa inglesa.
Após a morte de Ana Bolena, casou-se com Jane Seymour. A nova rainha conseguiu que Henrique VIII aceitasse na Corte suas duas filhas, nascidas de casamentos anteriores. Após haver dado ao rei o tão esperado filho homem, a rainha morre, deixando o herdeiro Eduardo VI, que falece com apenas 17 anos.


O rei Henrique VIII parte para o seu quarto casamento. Em 1540 a filha do Duque de Flandres, Ana Cléves, é a nova rainha. Ana era pouco atraente, e por não satisfazer a um rei tão requintado, como era Henrique VIII, o casamento foi declarado nulo.
O Rei casa pela quinta vez. Uma jovem de dezessete anos, dama de honra, Catarina Howard, sobrinha do poderoso duque de Norfolk. A jovem procurou amenizar o caráter cruel do marido, mas quando sua conduta leviana foi revelada ao rei, este mandou decapitá-la.


Henrique VIII aos 50 anos, parecia envelhecido, mas não sabia viver sozinho. A dama da corte Catarina Parr atraiu-lhe a atenção. Era uma jovem viúva, graciosa, meiga, digna e afeiçoada aos filhos do rei. Foi sua sexta e última esposa. Catarina Parr viveu ainda cinco anos após a morte do rei.
Em 1541 Henrique VIII foi declarado rei da Irlanda. Os últimos anos do reinado de Henrique VIII foram tranquilos pela influência da boa e sábia Catarina Parr. Em 1547, sofrendo de uma grave infeção, morre no Palácio de Whitehall. Seu corpo foi sepultado na Capela de São Jorge, no Castelo de Windson.



Filmes: 
A outra, 2008
Os amores de Henrique VIII, 1933

Série:
The Tudors , 2007



Fontes:http://www.e-biografias.net/henrique_viii/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_VIII_de_Inglaterra

Amélie Poulain

Difícil não se apaixonar por ela, não?



Trilha Sonora:



Sinopse: O filme conta a história de Amélie Poulain, uma jovem francesa que trabalha como garçonete e tem grande influência na vida das pessoas que com ela convive.

Principais situações:

Logo no início do filme, o espectador tem acesso à infância da protagonista, época em que as relações interpessoais de Amélie eram restritas ao pai (Rafael), um médico que a examinva mensalmente, e a mãe, (Amandine), que era sua professora. Os pais eram pouco afetivos, mas possuíam expectativas altas sobre o desempenho da filha. Amélie não possuía amigos, nem relacionamentos afetivos duradouros ou positivamente reforçadores, e constantemente emitia respostas de fuga-esquiva em ambientes sociais. A seguir, o filme avança no tempo e o leitor é apresentado a uma Amélie já adulta e que muda para Paris. A jovem começou a trabalhar como garçonete em um café e embora tivesse oportunidades de vários contatos sociais, continuava se esquivando das pessoas. Essas constantes esquivas produziam sentimentos de profunda solidão em Amélie.  A jovem se apaixona por um rapaz, Nino, mas tem dificuldades para se aproximar dele, e demonstrar seu interesse. Diferentemente de sua infância, agora, Amélie conta com pessoas dispostas a ajudá-la a aprender (e melhorar) seu repertório de habilidades sociais em contextos: diferentes como trabalho, família, amizades e namoro.

Porquê assistir?

Por meio de um roteiro bem conduzido por Jean-Pierre Jeunet, com atuações impecáveis de Audrey Tatou e Mathieu Kassovitz, paisagens idílicas de Paris e trilha sonora delicada de Yann Tiersen, o leitor acompanha a trajetória de desenvolvimento interpessoal de Amélie, em que déficits em Habilidades Sociais - produzidos por um ambiente pobre em reforçamento positivo e em modelos adequados – são gradualmente superados, relacionamentos interpessoais construídos e o sentimento de solidão é amenizado.






Fontes: http://www.rihs.ufscar.br/filmes-recomendados-1/o-fabuloso-destino-de-a.-poulain

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Hannibal

Thomas Harris é um escritor e roteirista norte-americano, mais conhecido pela série de romances de suspense sobre seu mais famoso personagem, Hannibal Lecter.

Estou lendo o 1º de 4 livros da série que conta a história de Hannibal. Apesar de ter visto os filmes, que na ordem cronológica é diferente dos livros:

1) "Caçador de Assassinos" (1986) 
2) "O Silêncio dos Inocentes" (1991) 
3) "Hannibal" (2001) 
4) "Dragão Vermelho" (2002) 
5) "Hannibal - A Origem do Mal" (2007) 

Ordem dos livros:
1) "Caçador de Assassinos" (1986) ou "Dragão Vermelho" (2002) - Livro "Dragão Vermelho", de 1981.
2) "O Silêncio dos Inocentes" (1991) - Livro "O Silêncio dos Inocentes", de 1988.
3) "Hannibal" (2001) - Livro "Hannibal", de 1999.
4) "Hannibal - A Origem do Mal" (2007) - Livro "Hannibal A Origem do Mal", de 2006.






E acompanhar a série que estreia em 2014 a 2ª temporada.
O livro é fantástico um clássico da literatura! 

A história:
Nascido na Lituânia, o seu pai era um conde lituano e a sua mãe pertencia à alta burguesia italiana. Presumivelmente é descendente dos Sforza e dos Visconti: os Sforza eram uma família de governantes temida pelos seus actos cruéis e os Visconti eram uma importante família,da região de Milão, que possuía a alcunha de "Dragão Antropófago", o que indica que as tendênciascanibalescas de Hannibal Lecter são uma herança de família.
Aos seis anos de idade, Lecter passou por vários acontecimentos traumáticos de grande intensidade. Por essa época, a Lituânia sofria a devastação da Segunda Guerra Mundial, devido aos ataques alemães sobre a Rússia.
A família Lecter foi vítima das incursões alemãs pela Lituânia, tendo apenas sobrevivido Hannibal e Mischa (sua irmã) do confronto entre as tropas nazistas e o Exército Vermelho. Segundo a novela de Thomas Harris, os irmãos tornaram-se cativos dos hiwis (lituanos traidores que ajudavam os nazis) após este episódio. Os hiwis, que se faziam passar por equipes da Cruz Vermelha, instalaram-se na casa de campo da família Lecter para se abrigar de um Inverno rigoroso e, ao ficarem sem alimentos, mataram Mischa e comeram-na (episódio traumático para Hannibal).
Entre 1970 e 1975, Hannibal Lecter adquire o título de Doutor em Psiquiatria no estado de Maryland, EUA.
Em 1975, o Dr. Lecter trabalha como especialista em psiquiatria nos tribunais de Maryland e Virgínia. A primeira vítima de Lecter é Mason Verger, personagem de tendências homossexuais, membro da sua lista de pacientes influentes, que adquire certa amizade com Dr. Lecter. Hannibal, a determinada altura, entorpece Verger e após pancada na nuca que o deixa tetraplégico, dá apenas a cabeça a cães mantidos em clausura e privados de alimento. Assim fica com a face totalmente deformada após ser devorada. No entanto, Mason Verger sobrevive, tetraplégico e deformado facialmente. Esta personagem é uma das duas vítimas que sobrevivem aos ataques de Lecter.
No papel de ajudante do FBI na elaboração de perfis psicológicos criminais, Lecter trava uma relação de amizade com o Agente Especial Will Graham, o qual posteriormente se converterá numa das suas vítimas e a segunda (e última) a sobreviver aos seus ataques. Este fato põe a verdade ao descoberto e, em seguida, Lecter é capturado para ser sentenciado em julgamento, no qual é apresentada uma lista de nove vítimas comprovadas até esse momento. Hannibal é condenado a nove prisões perpétuas no Hospital Forense da Cidade Independente de Baltimore.
















Fontes:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Thomas_Harris
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hannibal_Lecter

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Excision

Um filme altamente perturbador. Faz várias referências ao clássico baseado na obra de S.K Carrie, a estranha.


Sinopse:
Excision é o primeiro filme de Richard Bates Jr, escrito e dirigido por ele. A versão original foi um curta-metragem, produzido em 2008, ganhando a versão longa em 2012.

Pauline (AnnaLynne McCord) é uma garota incomum, com pensamentos e comportamento estranhos. Tem dificuldades em ser aceita pelos colegas da escola, uma vez que faz comentários impróprios e não imita as outras garotas. Em casa, vive sob a pressão da mãe supercontroladora, mas tem um afeto especial por sua irmã que sofre de fibrose pulmonar.

O mais incomum em Pauline é a sua imaginação, voltada para o macabro. Gosta de se imaginar ou sonhar mutilando corpos, tendo relações sexuais com cadáveres, banhando-se em sangue. Inclusive, seu interesse por isto também se manifesta no desejo de um dia se tornar cirurgiã. 

Autodidata, a garota estuda medicina de forma extracurricular, mata aulas para fazer pesquisas na biblioteca e, se encontra um animal morto, o recolhe para praticar dissecação. Seu comportamento sexual é incomum, com especial interesse para o sangue. E tem uma relação curiosa com Deus, pois, ao mesmo tempo em que não acredita nele, faz-lhe orações e confissões.

É um filme de terror original, mais psicológico do que propriamente concreto. O centro da história é a personalidade de Pauline, moldada por traumas de infância, pela pressão materna e um abuso sexual sutilmente mencionado durante a trama. 

Ela não é uma vilã, nem mesmo tem intenção de machucar pessoas, embora possa fazê-lo. Seus atos têm certa ingenuidade e inocência. Algumas de suas atitudes mais perigosas na verdade são motivadas por boas intenções. Nas entrelinhas nota-se que ela é uma vítima e tem até mais dignidade que seus colegas da escola "normais".
















Fonte: http://esfingeseminotauros.blogspot.com/2013/03/o-filme-excision-2012.html

domingo, 21 de julho de 2013

A Lista de Schindler




Oskar Schindler, um antigo militar polonês, bem relacionado com a SS, que progride rapidamente nos negócios ao se apropriar de uma fábrica de panelas, após o decreto que proibia aos judeus serem proprietários de negócios.
Schindler se valeu de sua fortuna crescente para "comprar" membros da Gestapo e dos altos escalões nazistas com bebida, mulheres e produtos do mercado negro. Seu afiado senso de oportunidade o levou a contratar um contador judeu – mais barato do que um profissional polonês.
Ele é Itzhak Stern, a mente por trás do que seria o começo de tudo: com o argumento de que os trabalhadores judeus representavam uma lucratividade maior para o negócio, ele convenceu Schindler a fazer destes 100% da força de trabalho empregada em sua fábrica. Com o tempo, famílias judias passaram a trocar suas reservas financeiras por postos de trabalho (que os mantinha longe dos campos de concentração), permitindo que os negócios crescessem ainda mais.
A guerra avançou e Hitler lançou a campanha de "Solução Final", que acabaria definitivamente com os guetos, transferindo toda a população judia para os campos de concentração. Amon Goeth foi o comandante de um desses campos e um dos amigos mais próximos que Schindler teve entre os oficiais da Gestapo. Quando os trabalhadores de sua fábrica começaram a ser transportados para o campo de Plaszóvia, Schindler convenceu Goeth a colocá-los num ambiente separado dos outros, um lugar onde ficassem mais protegidos.
Numa determinada noite, passeando perto de um dos parques de Cracóvia, Schindler assistiu à invasão do gueto da cidade. Dias mais tarde, ele acompanhou uma ida de Goeth ao campo de concentração e assistiu às instruções que este recebeu para cremar os cadáveres dos mortos no massacre do gueto.
Schindler e o contador passaram a noite a digitar os nomes das famílias que seriam transportadas para a Tchecoslováquia ao invés de irem para Auschwitz. Para cada um dos 1.100 nomes que comporiam a lista, Schindler viria a pagar um boa soma de dinheiro a Goeth, que tomaria as medidas necessárias para o que o desvio de rota fosse bem sucedido.
Schindler fundou a fábrica de utensílios de cozinha Emalia para enriquecer com a guerra. Nela empregou entre 1939 e 1944 muitas centenas de judeus. Eram a sua força de trabalho, empregados especializados, mesmo que não o fossem, não deixavam de ser escravos. Pensou, durante algum tempo, que bastava aos seus judeus e aos outros manterem-se saudáveis para chegarem ao fim da guerra vivos. Percebeu que não, depois percebeu que iam morrer todos e usou o que ganhara com eles para salvar alguns. Mais de mil. Schindler escreveu os seus nomes numa lista e deu-lhes vida.
link da lista: http://alistadeschindler.com/Lista
O filme:http://www.youtube.com/watch?v=93k16-EI2dM
O livro:http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/1995968/a-lista-de-schindler
















Fonte:http://alistadeschindler.com/

terça-feira, 25 de junho de 2013

O Aborto dos Outros

Por: Márcia Tiburi

Há motivos distintos para os pronunciamentos sobre a questão do aborto nos dias de hoje. Motivos formulados como opiniões que, atenciosamente lidos, mostram-se acobertadores do que realmente se visa com a proibição legal desta prática tão familiar. Tais motivos devem ser analisados na intenção de colocar a questão no seu lugar devido, a saber, que o aborto é um problema das mulheres e que homens e instituições, para os quais o sexismo – a determinação da diferença sexual em que a mulher é vista como o “sexo” em si mesmo - é um método de controle, buscam o domínio do discurso sobre o aborto. Não poderia ser diferente já que o aborto no modo como é tratado no Brasil atual apenas faz ver o estatuto do poder na mão – e mais precisamente na ordem do discurso - dos homens contra as mulheres. Neste sentido, cabe também levar em conta que há para além da proibição da prática, certa evitação do ato de teorizar em torno do aborto por parte das mulheres. Homens falam sobre o aborto, mulheres – com raras exceções – parecem não se sentir confortáveis em defender a própria causa. Mas é claro que não se trata apenas disso. Deixar que as mulheres decidam não é uma prática desejável em um sistema patriarcal e é preciso começar impedindo que falem.

A propósito, o patriarcado é o lugar em que mulheres são submetidas pelo discurso. Não deve, portanto, ser entendido apenas como um modelo universal da racionalidade, da ética e da estética que dele decorrem organizando-se como ideologia, mas como a prática cotidiana desta racionalidade que instrumentaliza mulheres. Ora, o patriarcado não é apenas metafísico, mas deve ser visto em seu fundamento ético-político que se define pela ação contra as mulheres.  Assim é que ele se constitui como o nome próprio da violência que costura um pensamento e uma prática contra mulheres da família à publicidade, da maternidade à pornografia.

Dizer contra neste caso é definir rigorosamente que as mulheres que ainda podem ser subjugadas pela ilegalidade do aborto são as social e economicamente desfavorecidas. Aquelas que permanecem sob comando biopolítico, sem supor que possam ser senhoras de seus corpos. Sem interpretações próprias sobre o que seja seu corpo, sua vida própria, mulheres pobres são reduzidas à condição de fêmeas procriadoras para logo depois serem rebaixadas, caso pratiquem o aborto, à condição de meras rés por terem ido contra a ordem. No senso comum brasileiro vige o discurso de que a realização das mulheres está na maternidade e na feminilidade. Quem não obedecer a esta ordem do discurso poderá ser punida cruelmente.

Que a sociedade se torne mais democrática quer dizer que o patriarcado cede diante da escolha das mulheres sobre seu próprio corpo. E esta escolha se afirma em um discurso como reação contra a ordem patriarcal sexista que até os dias de hoje é mal quisto em várias instâncias deste Brasil subjugado política e ideologicamente ao patriarcalismo.




Duas formas de silêncio 
Mulheres, as verdadeiras implicadas na questão do aborto raramente se pronunciam sobre ele. Há pelo menos duas formas de silêncio em jogo nesta questão. Em primeiro lugar o silêncio derivado do comodismo e da alienação. Um silêncio cultural que define o poder da fala como algo masculino e, por contraste, “anti-feminino”. Mesmo hoje em dia muitas mulheres caem na armadilha essencialista, aquela que defende que mulheres não devem falar demais para evitar a tagarelice de que são acusadas desde a tradição filosófico-literária. No discurso essencialista, tem-se que “a mulher” é uma essência não-falante. Desconsidera-se a formação cultural, histórica e social que constitui o gênero. Desconsidera-se o controle discursivo que está por trás de toda definição. Assim é que uma mulher deve calar, como se a fala articulada, que expõe idéias, fosse contra a natureza das mulheres e não uma construção jurídico-cultural.

Este silêncio é alienado, ele é produzido. Sua conseqüência é o fato histórico de que as mulheres como “classe” ou grupo não construíram teorias, não foram autorizadas, nem se autorizaram a serem teóricas, cientistas, ou políticas, ou seja, seres que dominam o funcionamento do discurso e podem exercer poder a partir dele, seja no campo do conhecimento, seja no campo da política profissional.

Mas há outro silêncio. Aquele que é praticado sem alienação por mulheres ideologicamente livres do patriarcado. Moralmente descomprometidas, ou financeiramente livres não precisam responder às suas imposições. Praticam abortos conforme necessidades pessoais/corporais sem que ninguém ou nenhuma estatística precise sabê-lo. Não dependem do sistema público de saúde, não precisam se confessar ao padre, muitas vezes nem mesmo tem uma vida de casal com um homem ao qual devam prestar satisfação sobre seus atos. Quem são, o que desejam, como e onde o fazem é algo que permanece sob o véu da clandestinidade que, neste caso, não é mais do que o fato da realidade. Clandestina é toda prática possível que mostra a insuficiência da lei e as contradições da moral.

Kafka no conto “O silêncio das sereias” afirmou que o silêncio das sereias é uma arma mais terrível que seu canto. Talvez alguém tenha escapado de seu canto, mas certamente ninguém escapou de seu silêncio, diz Kafka. Tal silêncio é a liberdade das mulheres insuportável ao patriarcado. É também sua arma. Infelizmente, no entanto, como arma ele não está ao alcance de mulheres desfavorecidas cultural e economicamente. O documentário de Carla Gallo mostra mulheres que são vítimas do discurso e do sistema quanto à impraticabilidade do aborto, mulheres que sofrem sob o jugo do patriarcado como se fossem meros animais que desobedeceram seus senhores.

El Greco

Doménikos Theotokópoulos, mais conhecido como El Greco, foi um pintor, escultor e arquiteto grego que desenvolveu a maior parte da sua carreira na Espanha. Assinava suas obras com o nome original, ressaltando sua origem.El Greco:  foi um dos grandes representantes do maneirismo. (movimento artístico europeu do século XVI)

Abaixo algumas obras que aprecio:



                                                               Christ 1606 El greco

                                                            Annunciation 1595-1600


                                       

                                                     Christ Carrying the Cross - 1580


                                                                Laocoonte - 1610

Nota: Segundo o mito Laocoonte era filho de Acoetes, irmão de Anquises; ele era  sacerdote de Apolo, mas, contra a vontade de Apolo, se casou e teve filhos, Antiphantes e Thymbraeus. Quando Laocoonte estava fazendo um sacrifício a Netuno, Apolo enviou duas serpentes de Tênedos, que mataram AntiphantesThymbraeus e Laocoonte. Segundo os frígios, isto aconteceu porque Laocoonte havia arremessado sua lança contra o Cavalo de Troia.



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/El_greco

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dali.

Surreal: Adjetivo de gênero invariável. plural: surreais.
Significado popular: fora do comum, que foge da realidade.
Significado real: relativo a obras de arte/literárias do estilo chamado de surrealismo.


"Segundo Freud, os sonhos são traduções de nossos desejos e da realização destes. Eles se apresentam com uma aparência ou sentido manifesto, mecanismo de que se vale o superego, censor da nossa mente, que oculta seu significado, o sentido latente, o conteúdo que realmente tem valor na compreensão da nossa psique e dos nossos anseios. Este teor onírico reveste-se de símbolos, histórias surreais que na verdade mascaram os desejos sufocados daquele que sonha. Para o psicanalista, os sonhos oferecem ao Homem a possibilidade de conhecer a alma humana."


Não entendeu nada? Então vamos analisar algumas obras de Salvador Dali.


Bio.

Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech (11 de maio de 1904 – 23 de janeiro de 1989), conhecido como Salvador Dalí, foi um pintor espanhol surrealista proeminente nascido em Figueres, Espanha.Dalí foi um desenhista hábil, mais conhecido pelas imagens marcantes e bizarros em sua obra surrealista. Suas habilidades de pintura são frequentemente atribuídos à influência de mestres da Renascença.

Seu trabalho mais conhecido, A Persistência da Memória, foi concluído em 1931. Expansivo repertório artístico de Dalí no cinema, escultura e fotografia, em colaboração com uma série de artistas em uma variedade de mídias.

Dalí atribuído o seu “amor de tudo o que é dourada e excessiva, a minha paixão pelo luxo e meu amor de roupas orientais” para um auto-denominado “linhagem árabe”, alegando que seus antepassados eram descendentes de mouros.

Dalí foi altamente imaginativa, e também gostava de se entregar a um comportamento incomum e grandioso. Sua maneira excêntrica e chamando atenção por seus atos públicos, por vezes, atraiu mais atenção do que sua arte, para o desespero de quem realizou o seu trabalho em alta estima, e para a irritação de seus críticos.


                                   A PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA- 1931





                                                          SONO- 1937




                                                  Face e Fruit - 1938





  Crianças Geopoliticas Assistindo ao Nascimento do Novo Homem - 1943





                                                      Los elefantes













Fontes:
http://salvadordali.com.br/
http://www.infoescola.com/psicologia/sonho/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonho
http://www.vitriol.com.br/artigo_sonhos.htm
http://www.psico-online.net/psicologia/sonhos.htm



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Dexy

Estou lendo os livros que deram origem a aclamada série Dexter. A saga do querido serial killer é escrita pelo autor Jeff Lindsay e foi lançada pela Editora Planeta.

Ao todo são 7 livros e ainda estou no 1º por falta de tempo, não vou conseguir ler todos assim de uma vez como eu queria, mas devagar vou lendo.. 
A primeira temporada da série é baseada no livro: Dexter - A Mão Esquerda de Deus, lançado em 2008.

 No começo é bem parecida com a série pra quem já assistiu. Mas só o começo.
Pra quem e por acaso se interessou leiam, até mais.

Seguem os demais livros:
  • 2º livro - Querido e Devotado Dexter, lançado em 2009.
  • 3º livro - Dexter no Escuro, lançado em 2010.
  • 4º livro - Dexter - Design de Um Assassino, Lançado em 2011.
  •  livro - Dexter é Delicioso, Lançado em 2011.  
    6º livro - Double Dexter, Lançado em 2012.
    7º livro - Dexter em cena, lançado em 2013
Sou fã incondicional de Dexter li todos os livros, recentemente a série terminou, que tristeza...
Mas para alegria dos fãs Jeff  Lindsay lançou o 7º livro- Dexter em cena para matar a saudade.
Pelo que li acho em breve teremos outro livro...



segunda-feira, 9 de julho de 2012

Frida Kahlo

                                ‎''Pinto a mim mesmo porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor.'' 
                                                                                         - Frida Kahlo






A famosa pintora mexicana,  Frida Kahlo completaria 105 anos no dia 6 de julho..


Viva La Vida
Aos 15 anos Frida Kahlo superou uma das mais difíceis doenças da época, a pólio. Aos 18 anos, sofreu um acidente que a deixou na cama por um ano. E foi nesse período em que começou a produzir seus primeiros trabalhos, transformando-se em um dos ícones da pintura contemporânea.
Frida não escolheu as artes plásticas para o seu futuro. Mas, foi no mundo das artes, que conseguiu se expressar e, com isso, transmitir seu universo turbulento e caótico que vivia às telas. Os primeiros trabalhos  da artista foram autoretratos e cenas do cotidiano, de estilo naif, com cores vibrantes e figuras com formato achatado.
Aos 21 anos, apaixonou-se por Diego Rivera  muralista mexicano, com quem acabou casando em 1929. A paixão de Frida por Diego foi registrada pela troca de cartas entre ambos ao longo dos anos.
A editora José Olympio editou o “Cartas Apaixonadas de Frida”, livro que já saiu de catálogo, mas que vale um retorno.

link das cartas digitalizadas: http://www.aaa.si.edu/collections/images/detail/frida-kahlo-letter-to-diego-rivera-739





                                                                                              The  Two Fridas
                 
   "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade."
     -Frida Kahlo




















link original: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2012/07/aniversario-de-frida-kahlo/

sábado, 30 de junho de 2012

Titãs


São 12 deuses que, segundo a mitologia, nasceram no início dos tempos. Eles eram os ancestrais dos futuros deuses olímpicos (como Zeus, Afrodite, Apolo...) e também dos próprios mortais. Os titãs nasceram da união entre Urano, que representava o Céu, e Gaia, que seria a Terra. "Os titãs eram seres híbridos, nenhum era humano por completo e todos tinham o poder de se transformar em animais", afirma a historiadora Renata Cardoso Beleboni, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista em mitologia. O poeta grego Hesíodo, que viveu no século 7 a.C., foi um dos principais autores da Antiguidade a narrar o surgimento dos titãs, numa obra clássica chamada Teogonia. Esse e outros textos épicos contam que tais seres mitológicos ajudaram na formação do mundo.
É que, no início dos tempos, Urano fazia seguidos filhos em Gaia, mas, como não se afastava dela, seus descendentes, entre eles os titãs, permaneciam presos no ventre da mãe. Insatisfeita com a situação, Gaia incentivou um de seus filhos, o titã chamado Crono, a decepar os órgãos genitais de Urano, fazendo com que este se afastasse dela. Essa metáfora mitológica é uma original maneira de explicar a separação entre o Céu e a Terra, que teria permitido o início da vida. Mas não foram só as iniciativas heróicas que marcaram os titãs. Após mutilar e derrotar Urano, Crono reinou e tornou-se um pai terrível para seus filhos (leia no quadro ao lado). O poder dele e de outros titãs sobre o mundo só acabou após eles terem sido derrotados por Zeus, o futuro chefe dos deuses olímpicos, numa sangrenta guerra chamada titanomaquia.
O terrível Crono

O mais famoso dos 12 titãs engolia os próprios filhos
O mais importante titã, e também o mais jovem, costumava ser representado com uma foice na mão, com a qual teria mutilado seu pai, Urano. Crono se uniu a uma de suas irmãs, Réia, com quem teve vários filhos. Como tinha medo de que os descendentes desafiassem seu poder sobre o mundo, ele engolia todos os seus filhos. Mas um deles, Zeus, contou com a ajuda da mãe para escapar desse destino trágico. Após crescer e se tornar forte, Zeus decidiu resgatar seus irmãos, dando uma poção para o pai que fez este vomitar todos os filhos engolidos. Com a ajuda dos irmãos, Zeus derrotou Crono e outros titãs numa grande batalha e passou a ser o grande chefe de todos os deuses gregos. Crono e seus aliados foram presos para sempre no Tártaro, o mundo subterrâneo para onde iam os mortos.
O resto da turmaDa união entre o Céu e a Terra nasceram os outros 11 deuses


OCEANO
Era o titã mais velho, representado por um grande rio que corria em volta de toda a Terra (então considerada plana), demarcando suas fronteiras. Oceano teria gerado todos os rios, riachos e fontes existentes
CEOS
Um titã obscuro, que tem importância apenas na construção da árvore genealógica dos deuses gregos, principalmente por ter sido avô de Apolo (deus das profecias, da medicina e da música) e de Ártemis (deusa da caça e da vida selvagem)
CRIO
Outro titã secundário, sem grande destaque na mitologia grega. Os textos lendários revelam apenas que Crio se casou com Euríbia, sua meia-irmã - filha de Gaia com Ponto, outra divindade que representava o mar

HIPÉRION
Era, provavelmente, uma divindade de origem pré-helênica, que acabou absorvida pela mitologia grega, aparecendo como um dos 12 titãs. Hipérion era identificado com as forças solares
JÁPETO
É importante na mitologia por causa de alguns de seus filhos. Um deles foi Atlas, que enfrentou Zeus na titanomaquia e, ao ser derrotado, recebeu como castigo a missão de carregar o mundo nas costas. Outro foi Prometeu, criador dos mortais
TÉTIS
Em alguns textos épicos, essa titã aparece como a deusa da fertilidade, simbolizando a capacidade geradora e fecundante das águas. Também, não é para menos: de sua união com o irmão Oceano nasceram milhares de filhos
FEBE
Conhecida como "a luminosa", ela se uniu ao irmão Ceos e teve uma filha chamada Letó, que seria um dos amores de Zeus e daria à luz dois importantes deuses gregos: Apolo e Ártemis
TÊMIS
Deusa da justiça e da sabedoria, ela foi a segunda esposa de Zeus. Segundo alguns textos mitológicos, Têmis inventou os oráculos e os rituais religiosos. Antes do surgimento de Apolo, ela era chamada também de deusa das profecias
TÉIA
Por ter se unido ao irmão Hipérion, também costuma ser identificada como uma divindade solar. Téia teve três filhos: Hélio (que seria o próprio Sol), Selene (a Lua) e Éos (a aurora)
MNEMÓSINE
A deusa da memória foi a quinta esposa de Zeus e mais uma das tias titãs que ele escolheu com quem procriar. Dessa união nasceram as nove Musas, deusas da literatura e das artes - como poesia, música e dança
RÉIA
Essa titã era irmã e mulher de Crono, a quem conseguiu enganar, evitando que seu filho Zeus fosse engolido por ele. Quando Zeus nasceu, Réia deu uma pedra para Crono engolir no lugar do recém-nascido. Ela foi mãe também de outros deuses, como Poseidon (deus do mar) e Hades (rei do mundo subterrâneo)
IRMÃOS DE OLHO GRANDE...
Além dos 12 titãs, Urano e Gaia tiveram três filhos chamados ciclopes. Eles eram gigantes, com só um olho na face, que lutaram ao lado de Zeus na guerra contra Crono. Os relâmpagos usados por Zeus na batalha foram forjados por eles










Link original: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-sao-os-titas-da-mitologia-grega